quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Qual será nosso Futuro?


Ao refletir sobre a situação de nosso sistema sócioambiental me questiono qual será nosso futuro? Os prognósticos dos especialistas mais sérios são ameaçadores. Há uma data fatídica ou mágica sempre aventada por eles: o ano 2025. Quase todos afirmam: se nada fizermos ou não fizermos o suficiente já agora, a catástrofe ecológica humanitária será inevitável.


O relatório “State of the Future 2009”(O Globo de 14.07/09) feito por 2.700 cientistas diz, enfaticamente, que devido principalmente ao aquecimento global, por volta de 2025, cerca de três bilhões de pessoas não terão acesso à água potável. Que significa dizer isso? Simplesmente que esses bilhões, se não forem socorridos, poderão morrer por sede, desidratação e outras doenças. O relatório diz mais: metade da população mundial estará envolvida em convulsões sociais em razão da crise sócio-ecológica global.


Paul Krugman, prêmio Nobel de economia de 2008, sempre ponderado e crítico quanto à insuficiência das medidas para enfrentar a crise sócio-ambiental, escreveu recentemente: “Se o consenso dos especialistas econômicos é péssimo, o consenso dos especialistas das mudanças climáticas é terrível” (JB 14/07/09). E comenta: “Se agirmos da mesma forma como agimos, não o pior cenário, mas o mais provável, será a elevação de temperaturas que vão destruir a vida como a conhecemos.”


Os cenários referidos acima nos obrigam a soluções que mudam o quadro global de nossa vida na Terra. Não dá para continuar ganhando dinheiro com a venda do direito de poluir (créditos de carbono) e com a economia verde. Se o gênio do capitalismo é saber adaptar-se a cada circunstância, desde que se preservem as leis do mercado e as chances de ganho, agora devemos reconhecer que esta estratégia não é mais possível. Ela precipitaria a catástrofe previsível.
Para termos futuro devemos partir de outras premissas: ao invés da exploração, a sinergia homem-natureza, pois Terra e humanidade formam um único todo; no lugar da concorrência, a cooperação, base da construção da sociedade com rosto humano.




O passado serve para evidenciar as nossas falhas e dar-nos indicações para o
progresso do futuro.Henry Ford


Fonte:
Leonardo Boff é co-autor com Mark Hathaway de The Tao of Liberation. En Exploration of Ecology of Transformation, N.York a sair em breve.
CURRY Agusto O Futuro da Humanidade, 2001, pg.94.

LIVRO- O Escândalo do Comportamento Evangélico



Quem nós somos e quem Deus nos chama a ser? Os evangélicos afirmam crer nos valores bíblicos e no poder de Deus de transformar vidas. Contudo, pesquisas demonstram que muitos não vivem de modo diferente do resto do mundo. De dinheiro a sexo, de racismo a realização pessoal, um escandaloso número de cristãos não vivem o que pregam.


O Escândalo do Comportamento Evangélico revela a profundidade do problema e contrasta-o com o ensino bíblico.“De vez em quando, alguém precisa ‘pisar no calo’ da igreja. A leitura deste livro pode fazer com que a dor fique estampada em seu rosto, mas essa dor do auto-exame vale a pena. Faça-o chegar às mãos de seu pastor, de seu grupo de estudo bíblico, de seu professor de escola dominical. Incentive-os a encarar esses sérios desafios e a despertar a igreja para as demandas do discipulado.” David Neff, editor e vice-presidente da revista Christianity Today “Nos últimos trinta anos, desde que Ronald Sider colocou o dedo na ferida da consciência dos evangélicos com a publicação de Cristãos Ricos em Tempo de Fome, o evangelicalismo perdeu o status de ser uma contracultura.


O Escândalo do Comportamento Evangélico nos convoca, mais uma vez, a levarmos a sério o evangelho. Para o bem da sociedade — e de nossa própria alma.” Randall Balmer “Quando o comportamento de membros de um grupo religioso é um pouco melhor — ou às vezes pior — que o de seus vizinhos, líderes e membros desse grupo devem ficar atentos. Devem fazer algumas perguntas profundas, não apenas sobre seu comportamento, mas também sobre os sistemas que o produzem e sustentam. O Escândalo do Comportamento Evangélico me estimula a fazer esse tipo de pergunta.” Brian McLaren “Se você já se perguntou por que os evangélicos de hoje não exercem a influência social que seus números deveriam sugerir, Sider oferece uma resposta em O Escândalo do Comportamento Evangélico.” Duane Littin, presidente do Wheaton College

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Teológos- 1º Marcião(110-160)

Começarei uma serie de estudos sobre teológos cristãos que marcaram nossa teologia com suas doutrinas e questionamentos.

Marcião de Sinope (110-160) foi um teólogo cristão e fundador do que veio depois a ser chamado marcionismo. Foi o autor das "Antíteses". De acordo com a sua teologia o Antigo Testamento deveria ser rejeitado e apenas os textos que ele atribuiu a Paulo deveriam ser tidos como sagrados.


Inicialmente Marcião era filho de um bispo da Igreja, mas depois se separou dela por causa de suas discordâncias doutrinárias. Alguns sustentam a teoria de que foi por causa de imoralidade, então foi expulso. As visões sobre Marcião variam muito. Policarpo de Esmirna chamou-o de "primogênito de satanás".


É considerado o primeiro crítico bíblico. Considerava que o Deus vingativo do Antigo Testamento não poderia ser o mesmo Deus amoroso a que Jesus se referia como Pai, e por isso, achava que só o Novo Testamento interessaria aos cristãos. Mas Marcião também não aceitava os quatro evangelhos canônicos, pois os considerava corruptos, cheios de falsificações.


Na doutrina de Marcião havia assim um Deus bom e um Deus mau. O primeiro ficava em um plano superior. Num plano abaixo na criação estava o Deus venerado pelos hebreus, a qual Marcião chama de Deus da Lei. Em um terceiro plano estavam os anjos (ou arcontes) e o quarto e último plano era "Hyle" (matéria em grego). O Cristo havia sido enviado pelo Deus bom para libertar as almas do plano material. Foi o primeiro a citar o nome do apóstolo Paulo em suas 140 cartas havendo mesmo quem avance que este último teria sido forjado por Marcião ou ainda que Marcião e o apóstolo Paulo seriam a mesma pessoa.


Junto com Valentim e Basilides, Marcião é considerado um dos grandes doutrinadores gnósticos.
Algumas idéias de Marcião reapareceram entre os bogomilos e os cátaros nos séculos XII e XIII.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Ação Social e o Pr. Robin Hood


Já faz algum tempo que venho pensando a respeito da chamada Missão Integral da Igreja. Recentemente participei do Fórum de Missão Integral promovido pela 1° Igreja Batista do Rio de Janeiro que tinha como palestrantes os pastores Neil Barreto(Igreja Batista Betânia), Clemir Fernandes(Instituto de Estudos da Religião) e Ariovaldo Ramos(Comunidade Cristã Reformada). Foi muito interessante, mas uma pergunta me veio à mente neste fórum e até não consegui uma resposta. Um dia estava conversando sobre o assunto um grande amigo, interlocutor e militante pela causa social - Felippe Patrício - e fui estimulado escrever este artigo que pretendo enviar para estes três ilustres pensadores cristãos.


LAUSANNE E MOVIMENTO DE DIRETRIZ EVANGÉLICA

Fiquei sabendo do Fórum de Missão Integral durante um evento na capela do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil - Tijuca - Rio de Janeiro. Era um evento comemorativo Movimento de Diretriz Evangélica.
Aprendi neste dia que estes conceitos mais bem formulados de justiça social existem mesmo antes de Lausanne I (1974) - Na verdade eu me converti em 2000 e não sei se ter demorado tanto pra saber mais sobre isso é culpa das igrejas e pastores ou minha?!?!
A partir disso já temos algumas perguntas:
Desde quando a igreja evangélica no Brasil leva a questão social a sério?
Ela leva a sério?
O prólogo do Pacto de Lausanne fala do reconhecimento de uma falha na evangelização mundial e o que podemos dizer sobre este assunto 25 anos depois?
Acho que não evoluímos muito nestes 25 anos.


O FÓRUM DE MISSÃO INTEGRAL

O Fórum foi muito interessante e característico. Não havia muitas pessoas... excelentes preletores e bons diálogos. Inversamente diferente de certos eventos evangélicos regados a muita egolatria midiática e/ou pirotecnia-emocional.
O Fórum falou sobre algumas possibilidades de conceituação dos diversos termos envolvidos com a matéria como Assistência Social, Ação Social, Justiça Social e etc. A violência, o papel do estado, o papel da igreja, as bases teológicas e as bases bíblicas também. Mas o Pr. Clemir Fernandes fez uma colocação interessante em sua fala: "Mas é preciso investimento. O Pr. Neil está aqui e sua igreja precisou fazer um grande investimento"1 e logo passou a outras considerações. Mas como o Pr. Neil fala "Não é um sermão ou um livro que marca sua vida, as vezes é apenas uma frase". Esta frase do Pr. Clemir Fernandes me marcou.


MINHA REALIDADE

Tenho 27 anos, me converti em 2000, aos 17 anos, numa igreja batista do sub-bairro pobre do Jardim Maravilha - Guaratiba - Zona Oeste do Rio de Janeiro. Moro atualmente em Magalhães Bastos, bem ao lado da I.B. Betânia e conheço razoavelmente bem a realidade da igreja pastoreada pelo Pr. Neil. Mas continuo congregando no mesmo local, ou seja, enfrento 1:20min - 2 ônibus - quase uma dezena de comunidades violentas e pobres.
Formei-me em teologia recentemente e estou fazendo o processo de Integralização dos créditos do diploma para que eu passa fazer uma pós-graduação reconhecida pelo MEC. Penso em Ciência da Religião no IBEC-RIO
Sou noivo de uma jovem que está na África em um projeto missionário.
Tenho formação técnica em informática e trabalho no centro do Rio como contratado da Petrobras.

Freqüento eventualmente IB Betânia e estimulo a muitos amigos a ouvirem as mensagens Pr. Neil na internet (Muitos já ouvem mais do que eu). Ouço muitas mensagens do Pr. Ariovado e do Pr. Ed René no site da IBAB e já tive o prazer de estar com o Pr. Clemir Fernandes e trocar alguns emails.

Pelas minhas referências citadas acima, pelas leituras e os professores de seminário, acabei tornando-me uma pessoa naturalmente inconformada com as igrejas evangélicas, ou melhor, com algumas igrejas evangélicas locais. Que fique claro, não sou revoltado com as igrejas, sou inconformado! Tanto que ainda não as abandonei e nem pretendo (com exceção de algumas igrejas neo-pentecostais de mídia). Tanto que estou inscrito no Lutando Pela Igreja que deve acontecer aqui no Rio de Janeiro.


REALIDADE DO LOCAL DA MINHA COMUNIDADE CRISTÃ

1º Igreja Batista Jardim Maravilha. Fica num sub-bairro do subúrbio da Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Um enorme conjunto habitacional, as beiras de brejos alagadiços próximos a Restinga da Marabaia e a Serra da Grota Funda. São milhares de habitantes, pouca presença do Estado nas estruturas básicas de saneamento, asfalto e saúde.
Alta taxa de gravidez na adolescência, alta taxa de natalidade nas famílias, alto número de divórcios, baixa taxa de escolaridade e de profissionalização, baixa renda per capita, baixa taxa de empregos formais.
Sem a presença "formal" do tráfico, com alguma presença de milícia, suficiente para gerar disputa de controle e mortes.
Na igreja falta de recursos financeiros e recursos humanos preparados e voluntários.


Proposta do Pr. Clemir Fernandes
"Mas é preciso investimento. O Pr. Neil está aqui e sua igreja precisou fazer um grande investimento"


A GRANDE PERGUNTA:

"Como?"
Eu falava com meu amigo Felippe que está iniciando um projeto social em Guaratiba. Ele pertence a uma igreja menor numericamente, mas mais abastada financeiramente do que a minha.
Eu disse: "Felippe, olha minha crise: A sua igreja tem menos gente e mais dinheiro do que a minha, além de menor número de pessoas necessitadas na igreja e na comunidade. A minha igreja tem mais gente e tem menos dinheiro do que a sua, além de maior número de pessoas necessitadas dentro e fora da igreja"
E agora José?"

AS POSSIBILIDADES:

Estive pensando em projetos de ação social auto-sustentáveis, parcerias como empresas, em ações de cobrança junto ao estado e etc.
Mas tudo isso ainda passa por ações de capitação de recursos externos ao seio da igreja.
As pessoas de igrejas pobres esperam mais as bênçãos e os milagres de Deus do que a ajuda do próximo, por isso igrejas de discurso mais carismático como dos nossos irmãos da Ass. de Deus são tão bem recebidos no Brasil.
Tenho um amigo que diz: as pessoas não estão preocupadas com o Reino de Deus e sua Justiça, elas querem "Pão e circo". Na verdade elas querem se realizar minimamente.
Algumas pessoas de igrejas pobres têm até vontade de ajudar, mas eles mal têm pra si.


O QUESTIONAMENTO

O questionamento que está perturbando minha mente é, de certa forma, um questionamento ético.
Como futuro pastor, será que eu tenho que dar "pão e circo" ao povo que tem mais recursos, tirar deles "ofertas de fé" e depois dá-las aos pobres em formar de ações de justiça social?
Será que eu terei que ser um Pr. Robin Hood pra tentar promover alguma justiça social?
Vocês (Ariovaldo, Neil e Clemir) conhecem bem o assunto e conhecem filosofia.
Como isso tudo funciona nestes casos? Isso é ético, se feito assim?
Não consigo me ver fazendo isso! Mas sei que pedir dinheiro a igreja de pessoas pobres para dar para outras pessoas pobres não funciona muito. E sei que pedir dinheiro prometendo "Pão e circo" funciona!
Minha igreja não tem médicos voluntários, não tem advogados voluntários, não tem psicólogos voluntários.
Minha igreja, quando muito, tem pedreiros voluntários, eletricistas voluntários, mecânicos voluntários.
Todos sem formação suficiente pra ministrar algum curso profissional.

Forte Abraço!

Marcos Nunes
Analista de Sistemas SAP
Bacharel em Teologia
Cursando Licenciatura em Teologia pelo MEC


[1]Falando sobre o CASS - Centro de Cidadania e Atividades Sociais da Igreja Batista Betânia
http://www.ibbetania.com/2009/06/acao-social-ccas/

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Sustentabilidade Cristã


Faz alguns dias que venho pensando sobre a importância da sustentabilidade em nossa sociedade, como as simples atitudes poderiam mudar a realidade social e ambiental de nosso planeta, sobre uma consciência de preservação que não visa só o meu bem estar, mas também envolve as gerações futuras, um pensamento que combate as características individualistas de uma época pós-moderna.

Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.

Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e as atividades humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais.

Colocando em termos simples, a sustentabilidade é prover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido. Segundo o Relatório de Brundtland (1987) , sustentabilidade é: "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas.”

Ao mesmo tempo em que observo a importância dessa consciência, para nossa sociedade faço um paralelo com o que chamarei de Sustentabilidade Cristã que tem seu pensamento alicerçado na importância de preservarmos uma consciência ético-cristã, baseado nos ensinos de Jesus Cristo, para que nossas gerações futuras possam experimentar de maneira sadia o que hoje chamamos de cristianismo.

Em uma sociedade religiosa cristã os valores éticos estão sendo destruídos por um “cristianismo” imediatista que visa o bem estar pessoal e por uma teologia que se utiliza da necessidade social para alcançar seus objetivos econômicos explorando o necessitado, destruindo as verdades do cristianismo, esmagando com a graça de Deus e neutralizando o amor pelo próximo.

Temos que abrir nossos olhos para importância que a sustentabilidade ético-cristã tem para nossa realidade cristã, só assim iremos prosseguir com “ide de Jesus”, caso contrario estaremos fadados ao insucesso da evangelização.

Então fica o questionamento: O que faremos?

Felippe Patrício

Empresário do Setor de Telecomunicações
Graduando em Teologia


[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Relat%C3%B3rio_Brundtland

sábado, 29 de agosto de 2009

A Cruz Vazia é Nossa Esperança!



Os dias têm sido atribulados e muitas pessoas tem se agarrado em esperanças falsas, dados e perspectivas tem tirado do ser humano o desejo de viver... E muitos de nós que temos Cristo temos nos deixado levar por essa onda.


Temos vivido um tempo de grandes desafios, mas o maior desafio que nós crentes temos é saber que o Deus soberano, todo poderoso não perdeu o controle, ainda que tudo pareça perdido... Ele possui o poder da vida e da morte em suas mãos.
Não falo como alguém que já tenha alcançada essa fé, mas tenho tentado entender as palavras de JESUS como algo verdadeiro e digno de credito, pois quando esteve aqui na terra nos deixou palavras de encorajamento e ânimo, um desses exemplos é quando Ele disse: no mundo tereis aflições, mas tendes bom ânimo eu venci o mundo... ou seja, ele está no controle e nada pode fugir daquilo que ele tem planejado para aqueles que perseverarem até o fim acreditando nessa verdade.


Tenho aprendido a olhar as situações a minha volta como uma oportunidade de me aproximar de DEUS mesmo que elas sejam bem difíceis, pois sei que cada uma das coisas que Deus me permite passar, sejam elas boas ou ruins me ensina a crescer e a reconhecer a minha pequenez e como preciso Dele para vencê-las e superá-las.


Tenho aprendido a viver da graça, aquela graça que apostolo Paulo tanto falou... Antes era muito difícil acreditar nela e até mesmo aceita-la... Ainda estou no processo, mas hoje sei que dela sou dependente e por isso vivo. Começo a entender hoje as palavras de Deus em sua revelação a Paulo: minha graça te basta... A vida é um dom de Deus que nunca vou ser capaz de retribuir e Deus sabia disso, mas ele optou por fazê-la para que hoje eu tivesse condições de aceita e ser amada por ele.


Como eu queria que todos, todos os que amo tivesse a oportunidade de experimentar dessa graça e desse amor que um dia veio ao mundo em forma de homem se humilhando a tal ponto para nos redimir e nos salvar... Pena que o orgulho impede que aceitemos tal coisa... É muito difícil para alguém se humilhar ao ponto de acreditar numa loucura como essa... E eu digo é loucura aos olhos humanos!Como pode Deus o todo poderoso se tornar um homem e ainda sim sendo todo poderoso morrer naquela cruz, tendo opção de se salvar e sair dali?Verdade!!! Todo o dia penso nisso!!!
Mas como a própria bíblia, mas uma vez em sua sabedoria diz: Deus escolheu as coisas loucas desse mundo para confundir as sabias. Talvez você nunca creia nessa verdade, mas nunca mudara o fato de que Deus tanto amou você que deu seu filho para que hoje você tivesse perdão, amor e remissão... E sabe a grandeza disso tudo? Ele sabia que muitos não iriam aceitar o sacrifício dele, mas mesmo assim optou em fazê-lo, deu sua vida!...


O fato de você não aceitar esse sacrifício, não muda o fato de que hoje sua existência é a prova viva desse amor.
O mundo e suas idéias e ideologias sempre tentarão te levar pra longe dessa verdade por isso continuo afirmando que o maior desafio seja acreditar que exista um Deus e que ele possui o controle de todas as coisas. Mas te convido a acreditar nessa verdade:“ Foi assim que Deus mostrou o seu amor por nós: ele mandou o seu
único filho ao mundo para que pudéssemos ter vida por meio dele” I Jo 4.9

Vivien Rachel
Missionária da Junta de Missões Mundiais das Igrejas Batistas
Projeto Radical África - Turma 5
País: Mali - Aldeia: Mounzun

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Igreja relevante




Em uma conversar com um amigo surgiu um questionamento “o que seria uma igreja relevante” em alguns minutos ficamos discutindo sobre tal tema, e então chegamos a uma conclusão, que essa igreja é aquela que de uma maneira integral promove justiça social, não é uma questão de dar cestas básicas, e mas de proporcionar a cada individuo a oportunidade de crescer, não é uma mensagem de um milagre sobrenatural, e repentino, mas um trabalho de conscientização que visa a totalidade do ser humano.



Quando falo de Justiça social recordo de um texto que li que questiona nossas ações diante da justiça, esse texto diz assim;


O que posso fazer pela justiça social?
Enfrentar o orgulho do poder, suportar a vergonha da ignorância levantar a taça desse jogo sujo, acreditar que ela ainda é possível, sonhar com paz mundial, desejar a extinção da fome, acabar com a guerra internacional.


Devo amar o dever e não o poder, olhar o próximo e não o outro, defender a verdade e não a cegueira da justiça, visar o amor e não o reconhecimento, ser cristão e não religioso, ser livre e não prisioneiro de um sistema corrupto.


Não posso fechar os olhos e me conformar mesmo que custe minha vida.

Como diz Leon Felipe Camino y Galicia, em um mundo injusto, aquele que clama por justiça é chamado de louco

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O Relógio




O colégio onde eu estudava quando menina costumava encerrar o ano letivo com
um espetáculo teatral. Eu adorava aquilo, porém nunca fora convidada para
participar, o que me trazia uma secreta mágoa.

Quando fiz onze anos avisaram-me que, finalmente iria ter um papel para
representar.

Fiquei felicíssima, mas esse estado de espírito durou pouco. Escolheram uma
colega minha para o desempenho do papel principal.

A mim coube uma ponta de pouca importância.

Minha decepção foi imensa. Voltei para casa em prantos.

Mamãe quis saber o que se passava e ouviu toda a minha história entre
lágrimas e soluços.

Sem nada dizer ela foi buscar o bonito relógio de bolso de papai e colocou-o
em minhas mãos, dizendo:

- Que é isso que você está vendo?

- Um relógio com mostrador e ponteiros.

Em seguida mamãe abriu a parte traseira do relógio e repetiu a pergunta:

- O que você está vendo?

- Ora mamãe, aí dentro parece haver centenas de engrenagens e parafusos.

Mamãe me surpreendia, pois aquilo nada tinha a ver com o motivo do meu
aborrecimento.

Entretanto, calmamente ela prosseguiu:

- Este relógio tão bonito e tão necessário ao seu pai, seria absolutamente
inútil se nele faltasse qualquer parte, mesmo a mais insignificante dessas
engrenagens ou o menor dos parafusos.

Nós nos entrefitamos e no seu olhar calmo e amoroso, eu compreendi sem que
ela precisasse dizer mais nada.

Essa pequena lição tem me ajudado muito a ser mais feliz na vida. Aprendi
com a máquina daquele relógio quão essencial são mesmo os deveres mais
ingratos e difíceis. O mais importante é que o trabalho, em conjunto, seja
para o bem de todos.

E percebi também que se o esforço tiver êxito, o que menos importa são os
aplausos exteriores. O que vale mesmo é a paz e a satisfação do dever
cumprido.


Essa História nos serve como reflexão. Quantas pessoas hoje em dia brigam por cargos de expressão dentro das igrejas, achando que Deus há de recompensá-las, ou então querem status, querem ser reconhecidas. Analisando o texto de Lucas 9: 46 a 48,

46 E suscitou-se entre eles uma discussão sobre qual deles seria o maior.
47 Mas Jesus, vendo o pensamento de seus corações, tomou um menino, pô-lo junto a si,
48 E disse-lhes: Qualquer que receber este menino em meu nome, recebe-me a mim; e qualquer que me receber a mim, recebe o que me enviou; porque aquele que entre vós todos for o menor, esse mesmo é grande.
” vemos que o MAIOR não é aquele que se apresenta ou está amostra, o maio deve ser o MENOR. Em nossas igrejas quantos irmãos e irmãs estão sempre em oração pela igreja, e esses irmãos não buscam fama, muitos deles nem se quer são mencionados e anunciados na igreja, mais com certeza por Deus esses são considerados os MAIORES. Onde a fama ou o sucesso o levará?
Ser GRANDE perante os homens é ter bens, fama, dinheiro.
Agora ser GRANDE diante de Deus, é ser útil, amar ao próximo, ser benção onde quer que você esteja independente da sua qualidade social e financeira, é ser um parafuso de um relógio, onde é pouco notável, mais é indispensável.

Faça sempre o seu melhor pra Deus independente do seu cargo, seja ele de grande ou de pequena expressão, Deus não está preocupado com status, ele quer um coração sincero diante Dele.

Que Deus o abençoe...

Sidney Gonçalves
Diácono da Ass. de Deus
Senador Camará

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O Louvor levado a sério


Em conversa com um amigo fui surpreendido com a resposta obtida. Falando sobre os músicos Levitas, tive a resposta de que “músico não tem compromisso”. Por 5 segundos fiquei em silêncio, mais não podia deixar isso barato. Respondi dizendo que sempre existe exceções, e nesse assunto não é diferente. Conheço muitos servos do Senhor ligados a música que são compromissados com a obra do Senhor, mais é fato que existe um outro grupinho que pensa que por estar com um microfone na mão ou um instrumento consigo, pronto, se acham uma estrela e pensam que a igreja é lugar certo para dar o seu Show.

Mais analisando friamente essa palavras que me foram ditas, me perguntei: Será que temos realmente cumprido o nosso papel como levita ? Será que sabemos que temos um grande responsabilidade diante de Deus? Será que temos sido aquilo que Deus quer de nós?

Deus nos deu um dom para que usemos em prol da sua obra, e servir a Deus é um presente. O compromisso de ser um levita vai além do tocar as quartas e domingos, é muito mais do que isso. Ser um Levita é zelar pelas coisas do Senhor, e o zelo traz consigo o cuidado com a forma que tratemos as coisas. É como aquele tênis novo que ganhamos e usamos uma vez e o colocamos na caixa novamente, é entender que a obra do Senhor é muito maior do que Eu, e muito além do que posso fazer. Servir a Deus como um Levita é entender que sou apenas um instrumento nas mãos do Senhor Jesus, e se sei alguma coisa ou se faço alguma coisa, é tudo em prol do reino de Deus, e o seu nome deve ser proclamado e levado com muita responsabilidade e seriedade.

Ser um Levita na casa de Deus, é muito além do que ser um bom músico, ter o domínio sobre o seu instrumento. É ter a graça de Deus sobre as nossas vidas e ser cheio da unção de Deus, para que ao emitirmos o nosso som através do louvor:

1º Deus seja adorado.
2º Almas sejam resgatadas pelo poder que há o nome do Senhor.

E o resultado disso é que o nosso louvor chegará ao trono de Deus.

Onde tem chegado o seu louvor ?

Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. João 4:23

Que Deus nos de entendimento da sua palavra.

Sidney Gonçalves

Chico Buarque de Samaria


No mês dos 64 anos de um dos mais respeitados artistas da nossa cultura brasileira, Francisco Buarque de Holanda, resolvi aceitar o desafio de navegar numa aventura transcultural sobre a maneira como Jesus iria relacionar-se com a nossa cultura brasileira caso vivesse em nossos tempos. Alias, será que Ele sairia de Israel, da sua cultura, será que se daria ao trabalho sentar-se em nossas rodas de conversa, em nossas praças, na beira do mar ou dos rios? Será que Ele ouviria o que temos a dizer, escrever, cantar, tocar e encenar do nosso jeito Tupiniquim? Isso que tentarei responder no final!

Bem, sei que não estou sozinho no meio evangélico brasileiro quando me disponho a me abrir às manifestações culturais populares do nosso país, mas também sei que não estou com a maioria, nem com o mais populares no meio. Lembro-me agora que os princípios batistas que, quando falam do governo da igreja, dizem que "nem a maioria, nem a minoria, nem tão pouco a unanimidade, refletem necessariamente a vontade divina"[1].

Sei que Ed René Kivitz me defenderia, caso fosse acusado de heresia, lançando mão de dois princípios da Reforma, a saber: a "Graça Comum" e o a "Imago Dei". Ele diria que a "Graça Comum" é a base para pensarmos que "a bondade, o governo e a instrumentalidade de Deus"[2] também influenciam pessoas que estão" à parte do conhecimento e do compromisso com o todo da revelação bíblica"[3] e a "Imago Dei" nos garantiria que todo ser humano é "capaz de expressar o ético e o estético divino"[4]. Sei também que Ariovaldo Ramos me defenderia, baseado em Mateus 28:19, dizendo que existe uma distinção entre a conversão de inúmeros indivíduos de uma nação e a conversão de uma nação como complexo cultural, por tanto, diria ele: "reconhecemos que uma nação está se convertendo quando esta nação passa a usar sua maneira própria de contar as suas mazelas para falar dos benefícios de servir a Cristo "[5].

Os dois argumentos são excelentes e são base para minha argumentação teológica, contudo, me parece que o maior motivo pelo qual o Brasil não experimenta esta abertura teológica-cultura não diz respeito apenas a idéia de que alguém que não tenha conhecimento bíblico não possa fazer algo interessante(Graça comum e Imago Dei) ou na idéia de demonização da nossa própria cultura local(Conversão da nação) e sim no fato de que a maioria cristã fundamentalista tem a idéia de que eles mesmo representam a matriz pronta e acabada da maneira correta de viver e servir a Cristo e que andar por outros caminhos significa literalmente desviar do "Caminho".

O circo Místico
(Chico Buarque - Edu Lobo)

Não
Não sei se é um truque banal
Se um invisível cordão
Sustenta a vida real

Cordas de uma orquestra
Sombras de um artista
Palcos de um planeta
E as dançarinas no grande final

Chove tanta flor
Que, sem refletir
Um ardoroso espectador
Vira colibri

Qual
Não sei se é nova ilusão
Se após o salto mortal
Existe outra encarnação

Membros de um elenco
Malas de um destino
Partes de uma orquestra
Duas meninas no imenso vagão

Negro refletor
Flores de organdi
E o grito do homem voador
Ao cair em si

Não sei se é vida real
Um invisível cordão
Após o salto mortal
1983 © - Marola Edições Musicais Ltda.

A música de Chico Buarque e Edu Lobo retrata na linguagem da Música Popular Brasileira aquilo que é inerente a todo ser humano no que diz respeito ao mistério da vida, da morte e do destino do homem. Temas profundamente relacionados à teologia e a humanidade em si! Mas os protestantes fundamentalistas teimam em restringir ao seu espaço social religioso.

Quando olho para o questionamento de Chico Buarque, uma passagem bíblica me vem mente e quero compartilhá-la. A famosa passagem da mulher samaritana que questiona a Cristo a respeito do lugar correto para adoração. Tradicionalmente a passagem é conhecida como aquela que começa em João no capítulo quatro, versículo primeiro e vai até o versículo trinta. Mas para mim a perícope começa quando Jesus fica sabendo que os fariseus tomaram conhecimento de onde Ele estava e, por tanto, Ele decide sair da Judéia e ir para Galiléia[6]. Para mim essa história começa quando Jesus foge dos religiosos que se pretendem donos da verdade e vai para outro lugar, outros caminhos.

O caminho de Jesus sempre teve abertura para encontros com outras culturas, outras opiniões e outras maneiras de ver. Não é sem motivo que ele tem um encontro com esta mulher da cidade de Samaria, mas o que representa Samaria? Se analisarmos a história monárquica de Israel, especialmente a divisão entre o Reino do Norte, Israel, com a capital em Samaria e o Reino do Sul, Judá, com capital em Jerusalém entenderemos que o clima é de guerra entre estes povos, antes homônimos e agora antagônicos. Esta história dá conta que tudo estava pronto para que uma guerra fosse deflagrada e Deus escolhe um profeta, Semaías, para que a tal guerra não ocorresse, no entanto, desde então "os judeus não se dão com os samaritanos" [7].

Imagine agora que Jesus passou mais de trinta anos ouvindo seus amigos e homens mais velhos dizer que os samaritanos não prestavam, imagine que quando Ele visitava o templo e conversava com os doutores da lei e eles diziam que os samaritanos não sabem onde adorar, pois segundo eles somente em Jerusalém se poderia adorar, o que é desmentido mais tarde.

Para responder aos questionamentos daquele ser humano Jesus não fez caso da condição dela de mulher e de samaritana, nem tão pouco da dEle de homem e judeu, a necessidade do outro no que tange a conhecimento da maneira correta de agradar a Deus moveu Jesus de tão grande compaixão que Ele transpôs todas as barreiras sociais que se interpunham entre eles.
Recapitulando: Aquele ser humano era uma mulher, ela era samaritana e mais adiante vemos que ela não tinha uma vida afetiva muito estável[8] e nada disso, segundo Jesus, seria impedimento para que ela ouvisse e fosse ouvida a respeito da maneira mais correta de adorar a Deus, nada disso seria impedimento para que houvesse um diálogo entre as matrizes de culturas diferentes a respeito da necessidade comum, de falar de Deus.

Por tanto eu defendo que nós, cristãos protestantes brasileiros adotemos uma postura mais aberta e estejamos prontos a ouvir tudo aquilo que nosso povo tem a dizer e a questionar, não com o interesse de detectarmos seus erros mais patentes e acusá-los, antes no desejo de nos aproximarmos cheios de compaixão e respeito, prontos a saciá-los de uma água que não se esgota. Precisamos fazer com que este povo não tenha mais sede e não tente mais buscar saciar sua sede nos poços de Jacó. Precisamos fazer com que essas pessoas tenham dentro em si uma fonte a jorrar, Para isso precisamos dar mais ouvidos a cultura popular brasileira, precisamos ouvir mais MPB!

Marcos Nunes
Analista de Sistemas SAP
Bacharel em Teologia
Cursando Licenciatura em Teologia pelo MEC


[1] Cathryn Smth, Princípios Batistas, Ponto 4.4 Igreja.Seu governo
[2] Ed René Kivitz, Outra Espiritualidade, Pág 227
[3] Ed René Kivitz, Outra Espiritualidade, Pág 227
[4] Ed René Kivitz, Outra Espiritualidade, Pág 228
[5] DVD Nossa Música Brasileira – vol 2, Sepal – Palestra de Ariovaldo Ramos
[6] João 4:1-3
[7] II Crônicas 11:1-4, João 4:9
[8] João 4:16-18

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Evangelho da Pressão!




Algum tempo tenho observado que alguns líderes religiosos estão utilizando de métodos de coação para alcançarem seus objetivos.


Já presenciei em alguns cultos e cursos líderes trabalharem com psicologia e atribuindo isso a questões espirituais, como diz um amigo; são pessoas que utilizam uma “psicologia barata.”


Esses líderes constroem uma teologia do medo da dependência da maldição da benção aprisionando as pessoas dentro de seus passados dentro de seus traumas, transformando o cristianismo em uma prisão psicológica que somente através de uma confissão seremos libertados.


Líderes que manipulam seus auditórios através de testemunhos de sucesso, querendo demonstrar que esse é cominho, escurecendo os olhos para a mensagem de libertação que Jesus ensina, quando em João 8 32 diz que: E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará, e ainda conclui dizendo em João 14:6 “eu sou o caminho a verdade e a vida”, essa é a verdade de precisamos para libertação, Jesus .


Reconheço que pessoas têm sim muitos problemas psicológicos e traumas que precisam ser curados, mas acredito na suficiência de Deus diante de todas as coisas.


Então fica
um questionamento; aonde queremos viver aprisionados pelo medo, e sua teologia ou
libertos pelo cristianismo?

.


B' nai Mitzvá


B'nai Mitzvá (filhos do mandamento) é o nome dado à cerimônia que insere o jovem judeu como um membro maduro na comunidade judaica.


Quando uma criança judia atinge a sua maturidade (aos 12 anos de idade, mais um dia para as meninas; e aos 13 anos e um dia para os rapazes), passa a tornar-se responsável pelos seus atos, de acordo com a lei judaica. Nessa altura, diz-se que o menino passa a ser Bar Mitzvá ( בר מצוה , "filho do mandamento"); e a menina passa a ser Bat Mitzvá (בת מצוה, "filha do mandamento").


Ao completar 13 anos, o jovem judeu é chamado pela primeira vez para a leitura da Torah (conhecido como Pentateuco pelos cristãos). Ao ser chamado pela primeira vez, o jovem pode, a partir daí, integrar o miniam (quórum mínimo de 10 homens adultos para realização de certas cerimônias judaicas).


Antes desta idade, são os pais os responsáveis pelos atos dos filhos. Depois desta idade, os rapazes e moças podem finalmente participar em todas as áreas da vida da comunidade e assumir a sua responsabilidade na lei ritual judaica, tradição e ética.


O Bar Mitzváh não é só uma comemoração comum de aniversario, mas normalmente o menino, passa por uma bonita cerimônia de "mazal-tov" que seria como um "boa sorte" ou "parabéns"(dependendo da situação), normalmente o Mazan-tov é feito com o(a) menino(a) sobre uma cadeira e ele(a) é levantado varias vezes, e assim fazem com toda a família do Barmitzvano. Deste modo é realizado uma parte do Bar Mitzvah.
Fonte: "
http://pt.wikipedia.org/wiki/B%27nai_Mitzv%C3%A1"

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Aproveite a Vida

Aproveite sua vida; já é mais tarde do que você pensa, diz Valter Oberst, esse é o sentimento que encontramos no rumo de nossas vidas, nossas escolhas nos levam para caminhos que entorpecem nossos sentidos paralizando nossas vidas.


Aproveite cada momento como se fosse o ultimo, lembrando que cada segundo é um milagre que não se repede, nossa concepção da vida revela quem seremos e como aproveitaremos nossos dias, recordo de uma compisição de Sérgio Britto, que demonstra um pouco desse sentimento de pessoas que passaram pela vida sem Aproveita-lá.

diz asim;


Devia ter amado mais ter chorado mais ter visto o sol nascer devia ter arriscado mais e até errado mais ter feito o que eu queria fazer...
Queria ter aceitado as pessoas como elas são cada um sabe alegria e a dor que traz no coração...
Devia ter complicado menos trabalhado menos ter visto o sol se pôr devia ter me importado menos com problemas pequenos ter morrido de amor...

APROVEITE A VIDA; JÁ É MAIS TARDE DO QUE VOCÊ PENSA!!! Valter Oberst.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A vida é tão rara.

Para alguns a vida é como uma fumação que um instante se esvaira no ar, para outros é como uma corrida em rumo aos sonhos, para outros é uma passagem para vida eterna, não importa o sentido, no fim da historia fica a sensação que a vida tão rapida.


Poetas, escritores, compositores e religiosos tentam de alguma maneira descrever esse mistério, mas só o tempo demonstra que a vida é tão rara.
Rara por seus detalhes, e pela sua grandeza, pelas suas alegrias e tristezas, como diz Charles Chaplin

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore,
dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine
sem aplausos.”

Então fica os momentos as horas os minutos os segundos para que possamos viver da melhor forma, para entendermos que a vida é tão rara, como transmite um compositor em sua musica.
Mesmo quando tudo pede Um pouco mais de calma Até quando o corpo pede Um pouco mais de alma A vida não pára...
Enquanto o tempo Acelera e pede pressa Eu me recuso faço horaVou na valsa A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo Espera a cura do mal E a loucura finge Que isso tudo é normal Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando Cada vez mais veloz A gente espera do mundo E o mundo espera de nós Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo Que lhe falta prá perceber? Será que temos esse tempo Prá perder? E quem quer saber? A vida é tão raraTão rara...
Mesmo quando tudo pede Um pouco mais de calma Até quando o corpo pede Um pouco mais de alma Eu sei, a vida não páraA vida não pára não...
Será que é tempo Que lhe falta prá perceber? Será que temos esse tempo Prá perder? E quem quer saber? A vida é tão rara

terça-feira, 11 de agosto de 2009

É preciso saber Viver


Saber viver é tão complexo e apresenta tantas faces que é impossível definir uma receita única de felicidade e bem estar. Mas é importante demais saber viver; Viver bem...Viver em paz...Viver feliz!!!
A escritora,Solange Zambelli,definiu essa complexidade,da seguinte forma:
"...A nossa vida é
recheada de substantivos abstratos: tristezas, alegrias,dores,amores,paixões, saudades e ciúmes,que o
tempero certo da vida é muito variável para cada ser humano;
Viver bem não é apenas ter alegrias, mas sim contrabalança-las com as tristezas, derrotas ou danos..." Saber viver não é apenas ocupar e rechear nossos dias de atividades para driblar o ócio e a solidão; saber viver é também curtir nossos momentos de solidão e viver os dias de ócio sem culpas ou ressentimentos.


Saber viver é descobrir que temos hora para trabalhar, hora para descansar, hora para brincar, hora para levar a vida a sério, hora para não fazer nada. Saber viver, é amar pra valer e não só um pouquinho, perdoar de verdade e não apenas da boca pra fora,confiar integralmente e não apenas pela metade e chorar nossas dores sem precisar ocultá-las ou disfarça-las. Portanto vivam,intensamente,completamente...Vivam sem medo e sem receio de serem felizes!!!

“Todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à qualidade de vida, impondo-se ao poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”, artigo 255 da Constituição Federal.

Como diz a composição de Erasmo carlos e Roberto carlos; É preciso saber viver.
Quem espera que a vida Seja feita de ilusão Pode até ficar maluco ou morrer na
solidão É preciso ter cuidado Pra mais tarde não sofrer É preciso saber viver
Toda pedra do caminho Você pode retirar Numa flor que tem espinhos Você pode se
arranhar Se o bem e o mal existem Você pode escolher É preciso saber viver Saber
viver, saber viver!
por: Felippe Patricio